
Um homem de 26 bateu na própria filha de 6 anos até a menina desmaiar e a jogou em um rio na cidade de Ponte Nova, na Zona da Mata de Minas Gerais, na noite deste sábado (5). Após cometer o crime, o suspeito também se jogou nas águas.
De acordo com a Polícia Militar, na noite deste sábado (5), chegaram denúncias de que um homem transitava a pé por uma ponte que liga os bairros Palmeiras e Triângulo agredindo uma menina com socos na cabeça. Após desmaiar a criança, ele a jogou no rio Piranga e, na sequência, se jogou nas águas.
O Corpo de Bombeiros foi acionado para o local, mas devido ao período noturno as buscas foram inviabilizadas. O rio estava com a correnteza bastante forte. Na manhã deste domingo (6), os bombeiros deram início às buscas para encontrar pai e filha, que ainda não foram localizado.
Homem não aceitava fim do relacionamento com mãe da criança
A Polícia Militar conversou com a mãe da criança e ela contou que terminou um relacionamento com o suspeito há poucos dias. Os dois ficaram juntos por sete anos. Segundo a mulher, o ex cometeu o crime por não aceitar o fim do relacionamento.
Ela contou que o suspeito enviou uma mensagem para ela no início da noite informando que iria pular no rio junto com a filha, mas ela estava trabalhando e não viu a mensagem imediatamente, só visualizando o conteúdo quando o crime já tinha sido cometido.
A ocorrência está em andamento em função das buscas por pai e filha. A Polícia Civil está apurando o crime. Uma câmera de segurança de um estabelecimento próximo flagrou a movimentação de moradores da cidade correndo após o pai jogar a filha no rio.
Crime chocou a cidade
O crime assustou bastante os moradores da cidade de Ponte Nova, pelo Facebook várias pessoas comentaram o episódio. “Que o senhor tenha piedade dessa criança é realmente o fim dos tempos. O que está acontecendo em nossa cidade que as pessoas estão tirando suas vidas?”, escreveu uma mulher.
“Nunca vi um crime tão chocante como esse em nossa cidade. Que Deus tenha misericórdia dessa criança e da mãe dela”, disse outra.
Fonte: O Tempo



