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Polícia Civil investiga uso indevido de imagem de criança em campanha falsa em Piedade de Caratinga

Publicações em redes sociais pediam doações sem comprovação de legitimidade; caso é tratado como possível fraude.

Segundo a corporação, os fatos indicam, em tese, a prática de fraude e uso indevido da imagem de menor, situações que exigem apuração rigorosa. O delegado responsável pelo caso, Victor Gonçalves Castor, informou que a vítima e seu representante legal já foram ouvidos.

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) instaurou um procedimento investigativo após identificar a circulação, em redes sociais, de conteúdos que utilizam indevidamente a imagem de uma criança, supostamente moradora de Piedade de Caratinga, para arrecadar dinheiro por meio de uma vaquinha virtual sem comprovação de autenticidade.

De acordo com a PCMG, já foram solicitadas providências à empresa Meta para suspender as publicações. A investigação busca identificar os responsáveis pela divulgação, apurar a origem das postagens e verificar se houve movimentação financeira relacionada às doações.

“Esse tipo de crime é grave e tem aumentado na região. É um alerta para que a população não realize doações sem verificar a legitimidade das campanhas”, afirmou o delegado.

Orientação à população

A Polícia Civil orienta que pedidos feitos exclusivamente por redes sociais ou aplicativos de mensagens sejam checados antes de qualquer contribuição. Informações que possam ajudar nas investigações podem ser repassadas de forma anônima pelos canais oficiais da corporação.

A PCMG reforçou seu compromisso com a proteção integral de crianças e adolescentes e com o combate a crimes virtuais, como estelionato eletrônico e outras fraudes.

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