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Manhuaçu libera R$ 150 mil para manutenção de monumentos históricos

A Secretaria de Cultura de Manhuaçu realizou, nesta semana, a assinatura do Termo de Execução Cultural para a preservação de patrimônios históricos do município. A iniciativa contempla três imóveis: Vila Maria, Vila Sílvia e a Igreja Imaculada Conceição. O investimento total é de R$ 150 mil, destinado a intervenções de reforma e conservação.

De acordo com o secretário de Cultura e Turismo, Rick Soares, o patrimônio histórico está relacionado à formação da identidade da população. Ele afirmou que os espaços fazem parte da vivência das pessoas ao longo do tempo, influenciando a forma como se reconhecem no território. Segundo o secretário, a proteção desses bens contribui para manter essa relação. Ele também explicou que, a partir de edital, proprietários de bens tombados poderão concorrer a recursos financeiros para ações de reforma, adequação e restauro.

Rick Soares ressaltou que, quando um bem é registrado, suas características são identificadas e devem ser preservadas. Ele destacou que elementos considerados marcantes não podem ser alterados, podendo apenas passar por processos de restauração. Alterações só podem ocorrer mediante autorização do Conselho de Patrimônio e com justificativa apresentada.

O coordenador responsável pelo processo da Igreja Imaculada Conceição, Antônio Lomil, relatou as etapas enfrentadas até a formalização do termo. Segundo ele, houve necessidade de levantamento de documentos antigos da paróquia, o que demandou tempo. Após a conclusão dessa etapa, foi possível avançar até a assinatura do contrato para execução das obras previstas.

Antônio Lomil afirmou ainda que a igreja possui relevância para a comunidade local e também para visitantes que passam pela cidade. Ele destacou a localização do imóvel e sua relação com a comunidade.

A integrante do Conselho de Patrimônio Histórico, Cláudia Lignani, destacou a importância da preservação para a manutenção da história e da memória do município. Segundo ela, conservar os bens permite registrar diferentes períodos e formas de construção ao longo do tempo. Cláudia Lignani também afirmou que a preservação desses espaços está relacionada ao cuidado com a história da cidade e à continuidade desse processo ao longo dos anos.

Lorena Correia – Tribuna do Leste

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