Tristeza, frustração e o sentimento de um sonho interrompido. Esses foram os sentimentos que marcaram a reação dos torcedores de Manhuaçu após a derrota da Seleção Brasileira por 2 a 1 para a Noruega, neste domingo (05), pelas oitavas de final da Copa do Mundo.
Durante os 90 minutos, a torcida viveu cada lance com esperança de ver o Brasil avançar na competição. A Seleção criou oportunidades para abrir o placar, incluindo um pênalti desperdiçado por Bruno Guimarães e uma grande chance com Endrick. No entanto, na reta final da partida, Haaland marcou duas vezes e garantiu a classificação da Noruega para as quartas de final.
O policial veterano, Idelson Pena acompanhou a partida e acredita que o pênalti perdido foi decisivo para o resultado.
“A esperança era muito grande, né? Nós depositamos tudo nessa seleção para esse hexa, não veio e a gente sabe que um pênalti perdido fez a diferença no jogo. A seleção jogou até bem durante o primeiro tempo, o segundo tempo, por azar, o cara melhor da outra seleção conseguiu fazer o gol. A gente sabe que é a única seleção da Europa, que o Brasil nunca ganhou dela, então a gente fica com um sentimento ainda mais complicado por ele não ter quebrado esse tabu”, ressaltou.
Para muitos torcedores, a eliminação também representa o fim de um ciclo e o desejo de que uma nova geração consiga recolocar o Brasil no caminho das conquistas. O assessor Hugo Heringer destacou a tristeza pela despedida da equipe e a expectativa por mudanças.
“Tristeza, né? Tristeza. O povo se une, todo mundo se junta, faz essa festa bonita, mas quem tá lá parece que não representa igual a gente representa. Então, é tristeza e esperança para o futuro, talvez na próxima Copa, ou que um dia eu vejo o Brasil ser hexa”, destacou.
Com a derrota para a Noruega, o Brasil encerra sua participação na Copa do Mundo nas oitavas de final. A eliminação também marca o início da preparação da Seleção Brasileira para o próximo ciclo mundial, com a expectativa de renovação e de um novo capítulo em busca do tão sonhado hexacampeonato.
Ana Flávia Domingos/ Tribuna do Leste



