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Especialista destaca métodos para reequilibrar o orçamento

O otimismo das festas de fim de ano frequentemente mascara um perigo silencioso que desperta no primeiro mês do calendário. A falta de uma visão anual do orçamento transforma as despesas sazonais — como material escolar, IPVA e faturas do cartão — em uma bola de neve capaz de comprometer a saúde financeira das famílias brasileiras até o final de março.
 
Para o estrategista contábil, Lucas Lourenço, o problema começa na falta de distinção entre crédito e dinheiro disponível. “O limite do cartão não é dinheiro, é um crédito. Tem gente que viaja no Ano Novo contando com o limite e acaba se afundando em dívidas que geram desespero e afetam até a saúde mental”, alerta.
 
Para reverter esse quadro, ele propõe um exercício de consciência com três perguntas fundamentais antes de qualquer compra: “Eu quero?”, “Eu posso?” e “Precisa ser agora?”. Segundo Lourenço, se houver um “não” para qualquer uma delas, o consumo deve ser descartado em nome da saúde financeira.
 
Estratégias para estancar a sangria
 
Para quem já iniciou o ano no vermelho, o especialista sugere um plano de ação focado na priorização técnica. O primeiro passo é o ataque aos juros altos. “Cartão de crédito é algo que você não pode ficar devendo. Se for necessário, faça uma renegociação no banco para ter parcelas que caibam no orçamento, mas saiba que é preciso parar de gastar imediatamente para liquidar essa conta”, orienta.
 
O desafio dos reajustes
 
Janeiro também traz o peso dos reajustes acima da inflação, especialmente em mensalidades e materiais escolares. Nestes casos, a orientação de Lucas Lourenço é clara: o consumidor deve analisar se o seu padrão de vida ainda é compatível com a nova realidade de preços.
 
Danilo Alves – Tribuna do Leste
 
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