A eleição para a diretoria do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Manhuaçu foi realizada no último domingo (14), e contou com chapa única. O processo registrou participação de cerca de 55% dos associados aptos a votar, superando o quórum mínimo exigido pelo estatuto da entidade, de 50% mais um dos eleitores, o que garantiu a validação da eleição.
Marco Antônio Domingos foi eleito presidente do sindicato e seguirá à frente da entidade pelo quarto mandato. Após o resultado, ele agradeceu a participação dos associados e destacou o esforço realizado para alcançar o quórum em um período considerado intenso para os trabalhadores rurais devido à safra do café.
“A gente está aqui para agradecer, primeiramente, os associados e associadas que compareceram em um número muito bom. Conseguimos fazer com que 55% dos associados que estavam em condições de voto viessem votar. E isso aconteceu em um momento difícil, porque estamos na safra do café”, afirmou o presidente eleito.
Marco Antônio também agradeceu aos 18 candidatos e candidatas que integraram a chapa, ressaltando o trabalho de mobilização realizado nas comunidades rurais para incentivar a participação dos associados no processo eleitoral.
“Cada mandato é um aprendizado, como se fosse o primeiro. A gente luta com muita garra porque também faz parte dessa realidade. Somos trabalhadores e trabalhadoras rurais e temos o compromisso de representar cada um deles”, destacou.
O presidente reeleito afirmou que uma das principais missões da nova diretoria será fortalecer o movimento sindical rural e garantir que políticas públicas cheguem aos agricultores familiares da região.
“O movimento sindical passa por desafios em todo o Brasil e no mundo. Mesmo em uma região forte na produção de café, precisamos continuar lutando para que as políticas públicas cheguem ao homem e à mulher do campo, melhorando a qualidade de vida da população rural”, disse.
Entre as prioridades para os próximos anos, Marco Antônio destacou a necessidade de criar condições para que os jovens tenham a possibilidade de permanecer no campo com qualidade de vida e oportunidades de desenvolvimento.



