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	<title>Meio Ambiente &#8211; Tribuna do Leste</title>
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	<description>Há 50 anos levando informação para o Leste de Minas</description>
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	<title>Meio Ambiente &#8211; Tribuna do Leste</title>
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	<item>
		<title>Parque Nacional do Caparaó celebra 65 anos com foco em ciência, cultura e turismo sustentável</title>
		<link>https://www.tribunadoleste.com.br/2026/05/parque-nacional-do-caparao-celebra-65-anos-com-foco-em-ciencia-cultura-e-turismo-sustentavel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Danilo Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 15:12:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidade]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[O Parque Nacional do Caparaó, um dos principais patrimônios ambientais localizados na divisa entre os estados de Minas Gerais e Espírito Santo, completa 65 anos de fundação. Para marcar a data, a gestão da unidade de conservação promove, nos dias 23 e 24 de maio, uma programação voltada à integração com as comunidades do entorno, &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Parque Nacional do Caparaó, um dos principais patrimônios ambientais localizados na divisa entre os estados de Minas Gerais e Espírito Santo, completa 65 anos de fundação. Para marcar a data, a gestão da unidade de conservação promove, nos dias 23 e 24 de maio, uma programação voltada à integração com as comunidades do entorno, fomento ao turismo ecológico, fomento à produção de cafés especiais e debates científicos.<br />
A unidade desempenha uma função que vai além da preservação da biodiversidade da Mata Atlântica.</p>
<p style="text-align: justify;">O parque atua como um motor econômico regional, atraindo visitantes para o montanhismo — com destaque para o Pico da Bandeira —, impulsionando o comércio de cafés especiais e sediando eventos esportivos. De acordo com a chefe do Parque Nacional do Caparaó, Adriana Carvalho, as atividades comemorativas foram planejadas para engajar a população local e os pesquisadores da região: &#8220;Nesse encontro, a gente vai promover a arte, a ciência, o lúdico, o cuidado da natureza de cada pessoa. E a gente espera que todos que estão no entorno do Parque Nacional do Caparaó, e que sabem da importância ambiental dessa unidade de conservação para o entorno, que estejam conosco.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">As ações serão divididas entre as duas portarias do parque. No sábado (23), as atividades ocorrem no lado capixaba, em Pedra Menina (Dores do Rio Preto/ES). No domingo (24), a programação se concentra na portaria mineira, em Alto Caparaó (MG). Durante os dois dias de evento, será realizada também uma Feira do Café.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Programação Oficial</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sábado, 23 de maio – Local: Pedra Menina/ES</p>
<p style="text-align: justify;">08h às 09h: Bom dia, Caparaó! &#8211; Café da manhã coletivo<br />
09h às 10h: Mesa de boas-vinda<br />
10h às 12h: Conversa Afiada &#8211; Ciência no Caparaó<br />
Além dos limites do Parque: como o entorno impacta o Parna Caparaó – Alessandro Brinati (Sec. Meio Ambiente de Dores do Rio Preto)<br />
O mesmo cão: Aliado da conservação ou ameaça à biodiversidade? – Daniel Ferraz (Dir. Pres. Rede Eco-Diversa para Conservação da Biodiversidade)<br />
12h às 13h30: Intervalo<br />
13h30 às 14h30: Espetáculo Teatral: Serra das Águas &#8211; Uma Ópera Caipira e Cabocla (Grupo Teatral Trupe Multiverso)<br />
14h30 às 16h30: Conversa Afiada &#8211; Ciência no Caparaó<br />
Aves do Parque Nacional do Caparaó – Carolina Ferreira (Departamento de Biologia/UFES/Alegre)<br />
Geodiversidade do Parque Nacional do Caparaó – Paulo Fortes (Geologia/UFES)<br />
Astroturismo: Conservação, Educação e Desenvolvimento Sustentável – Gustavo Pinheiro (IFRJ e Instituto Astroparques)<br />
16h30: Parabéns para o Parque Nacional do Caparaó com o Grupo de Fanfarra de Ibitirama/ES<br />
18h: Observação Noturna de Astros – Condução: Gustavo Pinheiro (Instituto Astroparques) (Vagas limitadas com inscrição prévia por e-mail até 20/05).</p>
<p style="text-align: justify;">Domingo, 24 de maio – Local: Alto Caparaó/MG</p>
<p style="text-align: justify;">07h30 às 08h30: “Pro dia nascer feliz” &#8211; Prática de Yoga – Condução: Prof. Orlando Trivizol e Mariângela Machado<br />
08h45 às 09h15: Bom dia, Caparaó! &#8211; Café da manhã coletivo<br />
09h15 às 10h15: Mesa de boas-vindas<br />
10h15 às 12h15: Conversa Afiada &#8211; Ciência no Caparaó<br />
Sapos do Caparaó: essa história ainda vai acabar em samba! – João Victor Lacerda (Pesquisador INMA)<br />
Uma declaração de amor dos Cafés Especiais: Sem você, Caparaó, eu não sou ninguém&#8230; – Juliana Hipólito (Pesquisadora INMA)<br />
Legislação atual aplicável ao fogo &#8211; queimas controladas e ações de prevenção e combate a incêndios florestais – João Paulo Morita (Coordenador do CEMIF/ICMBio)<br />
10h15 às 12h15: Oficina de Artesanato &#8211; Espantalho<br />
12h15 às 14h: Intervalo<br />
14h às 15h30: Finalização do Concurso de desenhos e redações das escolas de Alto Caparaó/MG<br />
14h às 15h30: Oficina de Artesanato &#8211; Boneca de bucha vegetal<br />
15h30: Parabéns para o Parque Nacional do Caparaó com a Orquestra Municipal de Irupi/ES</p>
<p style="text-align: justify;">Danilo Alves &#8211; Tribuna do Leste</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Safra de café deve ter bom rendimento em Manhuaçu e região, avalia Emater</title>
		<link>https://www.tribunadoleste.com.br/2026/05/safra-de-cafe-deve-ter-bom-rendimento-em-manhuacu-e-regiao-avalia-emater/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 14:00:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cidade]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Regional]]></category>
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					<description><![CDATA[A safra de café de 2026 deve apresentar bom rendimento em Manhuaçu e cidades da região, segundo avaliação da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais. A expectativa acompanha as projeções da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e do Governo de Minas Gerais, que apontam para uma das maiores safras &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;" data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true" data-pm-slice="1 1 []"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">A safra de café de 2026 deve apresentar bom rendimento em Manhuaçu e cidades da região, segundo avaliação da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais. A expectativa acompanha as projeções da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e do Governo de Minas Gerais, que apontam para uma das maiores safras da história do estado.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">De acordo com o extensionista da Emater, Cristiano Alberto, as condições climáticas registradas entre o início do ano e o mês de abril favoreceram o desenvolvimento das lavouras, após um período de incertezas durante as floradas no fim do ano passado. “Este ano está se consolidando como um ano de safra muito boa. Tivemos uma florada muito boa e, apesar de poucas chuvas entre outubro e dezembro, a partir de janeiro tivemos períodos de chuva e umidade no solo que favoreceram o crescimento das plantas”, explicou.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Segundo ele, além das condições climáticas, os investimentos feitos pelos produtores em manejo e tratos culturais também contribuíram para o desempenho das lavouras. “Os produtores investiram em cuidados com a lavoura, favorecidos também pelo preço do café. O que vingou de grãos lá atrás, quando havia incerteza sobre o pegamento, a maioria realmente se desenvolveu”, afirmou.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Com o início da colheita, a mecanização tem sido uma alternativa para reduzir custos e enfrentar a dificuldade de contratação de mão de obra. Cristiano Alberto destacou que equipamentos utilizados desde a colheita até a secagem têm diminuído a necessidade de trabalho manual. “Hoje existem derriçadores, guinchos, caminhões basculantes, motocultivadores, secadores rotativos e elevadores que ajudam em praticamente todo o processo. Depois da colheita, o produtor quase não precisa mais colocar a mão no café”, disse.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Na agricultura familiar, segundo o extensionista, também já existem equipamentos acessíveis que permitem mecanizar parte do processo produtivo. A região de Manhuaçu é reconhecida pela produção de cafés especiais, e a expectativa de uma safra maior aumenta a preocupação dos produtores com a manutenção da qualidade dos grãos durante a colheita e o pós-colheita.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Cristiano Alberto alertou que, em anos de alta produção, alguns produtores podem enfrentar dificuldades para manter o padrão de qualidade devido ao grande volume de café. “O excesso de café no terreiro ou deixar o café muito tempo na lavoura pode comprometer a qualidade. O ideal é colher e encaminhar rapidamente para secagem”, orientou.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Ele também destacou a importância da separação dos grãos e do planejamento da capacidade de colheita. “Os produtores de cafés especiais não utilizam máquinas diferentes. O diferencial está no cuidado durante todo o processo”, afirmou.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Segundo Cristiano, a região consolidou espaço no mercado de cafés especiais e deve manter resultados positivos nesta safra. “A região hoje é considerada uma das referências em cafés de qualidade no Brasil e no mundo. A expectativa é de que também tenhamos cafés de excelência nesta safra”, disse.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Sobre o desenvolvimento das lavouras, o extensionista afirmou que havia preocupação com o pegamento dos frutos durante o estágio de chumbinho, em razão das variações climáticas registradas no fim do ano passado. No entanto, o cenário atual indica bom desempenho da maioria das plantações. “Havia muita dúvida em relação ao pegamento, mas a grande maioria das lavouras se saiu muito bem. Tivemos um período positivo de expansão e granação dos frutos, com umidade, calor e nutrição adequados”, concluiu.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true"><em><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Danilo Alves &#8211; Tribuna do Leste</span></em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>AMARFLÔR é reconhecida como utilidade pública e amplia ações socioambientais em Manhuaçu</title>
		<link>https://www.tribunadoleste.com.br/2026/05/amarflor-e-reconhecida-como-utilidade-publica-e-amplia-acoes-socioambientais-em-manhuacu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 15:15:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[A Associação do Córrego Boa Vista, AMARFLÔR, Associação de Mulheres Amigas Rurais Flores à Boa Vista, foi reconhecida como utilidade pública por meio de um Projeto de Lei em Manhuaçu. O reconhecimento valoriza as ações socioambientais desenvolvidas pela associação e permite também o recebimento de recursos de emendas parlamentares e outros apoios para fortalecer o &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;" data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true" data-pm-slice="1 1 []"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">A Associação do Córrego Boa Vista, AMARFLÔR, Associação de Mulheres Amigas Rurais Flores à Boa Vista, foi reconhecida como utilidade pública por meio de um Projeto de Lei em Manhuaçu. O reconhecimento valoriza as ações socioambientais desenvolvidas pela associação e permite também o recebimento de recursos de emendas parlamentares e outros apoios para fortalecer o trabalho que é feito na comunidade.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Segundo a vice-presidente, Maria Aparecida Salles, o trabalho da associação tem o objetivo socioambiental na comunidade, atuando para reduzir o problema relacionado ao descarte inadequado de resíduos, contaminando o curso d&#8217;água, nascentes e causando impacto visual.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Maria Aparecida conta que hoje, a associação segue com projetos de construção de lixeiras na comunidade e de ensinamento para os moradores de como descartar o lixo gerado, evitando descarte de resíduos orgânicos, que podem ser  utilizados para produção de adubo na zona rural. Além disso, a AMARFLÔR também tem o olhar voltado às nascentes, problema urgente, de acordo com a vice-presidente “A gente não pode deixar para pensar essas questões de manutenção de quantidade e qualidade de água depois que vier o problema.”</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">A proposta de reconhecimento da utilidade pública da Associação foi promovido pelo vereador Kelson Santos. Ele explica que a partir deste reconhecimento, os parlamentares podem destinar recursos para a entidade, facilitando um trabalho que é feito através de doação. A oficialização pode também permitir a participação da associação em editais. “Então para a gente isso é muito importante, não só por abrir a porta no nosso próprio local, mas como abrir porta em outros espaços que têm editais importantíssimos que a gente vai poder aproveitar.” afirmou Maria Aparecida.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true"><em><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Lorena Correia &#8211; Tribuna do Leste</span></em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>ONG de proteção animal em Manhuaçu realiza rifa solidária para manter resgates</title>
		<link>https://www.tribunadoleste.com.br/2026/03/ong-de-protecao-animal-em-manhuacu-realiza-rifa-solidaria-para-manter-resgates/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Flavia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 13:49:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[O Grupo de Proteção Animal Bicho Bacana, de Manhuaçu, está promovendo uma rifa solidária para arrecadar recursos destinados aos trabalhos de resgate e cuidados com animais abandonados. Cada bilhete custa R$ 20, e o prêmio é uma motocicleta elétrica, com sorteio marcado para o dia 11 de junho, transmitido pelas redes sociais da organização. De &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;" data-renderer-start-pos="168"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">O Grupo de Proteção Animal Bicho Bacana, de Manhuaçu, está promovendo uma rifa solidária para arrecadar recursos destinados aos trabalhos de resgate e cuidados com animais abandonados. Cada bilhete custa R$ 20, e o prêmio é uma motocicleta elétrica, com sorteio marcado para o dia 11 de junho, transmitido pelas redes sociais da organização.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-renderer-start-pos="511"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">De acordo com a voluntária Thelma Freitas, os interessados podem adquirir a rifa em pontos físicos, como no Shopping Rural e na loja Alfa Celulares, além de com protetores do grupo. Também é possível participar de forma online, por meio de PIX, com envio do comprovante para garantir o número da sorte.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-renderer-start-pos="815"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">A voluntária destaca que a iniciativa vai além de uma simples ação entre amigos. “Quando você compra uma rifa, está ajudando a salvar vidas”, reforça, ao destacar a importância da arrecadação para manter os atendimentos da ONG.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-renderer-start-pos="1044"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Outra integrante do grupo, Amanda Sattler, lembra que há diversas formas de contribuir com a causa animal, como doações de materiais, medicamentos e apoio na divulgação das ações. A ONG também convida a população a se tornar madrinha ou padrinho do projeto, fortalecendo o trabalho voluntário em defesa dos animais na cidade.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-renderer-start-pos="1371"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Lorena Correia &#8211; Tribuna do Leste</span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>CBH Manhuaçu planeja expedição e ações de proteção na bacia do Rio Doce</title>
		<link>https://www.tribunadoleste.com.br/2026/03/cbh-manhuacu-planeja-expedicao-e-acoes-de-protecao-na-bacia-do-rio-doce/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Flavia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 12:24:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[A bióloga e colaboradora do Comitê de Bacia Hidrográfica Manhuaçu, Emilce Estanislau, apresenta o planejamento da expedição pelo território do Rio Doce. A pauta foca na coleta de dados e na mobilização de comunidades para a proteção da água na região. O diálogo trata do histórico do comitê, dos investimentos em saneamento e na recuperação &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;" data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true" data-pm-slice="1 1 []"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">A bióloga e colaboradora do Comitê de Bacia Hidrográfica Manhuaçu, Emilce Estanislau, apresenta o planejamento da expedição pelo território do Rio Doce. A pauta foca na coleta de dados e na mobilização de comunidades para a proteção da água na região.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">O diálogo trata do histórico do comitê, dos investimentos em saneamento e na recuperação de nascentes. Emilce cita as parcerias com instituições e órgãos de abastecimento para a execução das atividades e da educação para o meio ambiente.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Programa Manhã do Ouvinte</span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Programa Irriga Minas disponibiliza kits de irrigação para produtores da região de Manhuaçu</title>
		<link>https://www.tribunadoleste.com.br/2026/03/programa-irriga-minas-disponibiliza-kits-de-irrigacao-para-produtores-da-regiao-de-manhuacu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Flavia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 12:28:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[O extensionista da EMATER, Rafael Oliveira, explica o funcionamento do programa Irriga Minas na região de Manhuaçu. A iniciativa do governo estadual entrega kits de irrigação para agricultores familiares com foco na produção de hortaliças e frutas, visando o enfrentamento de períodos de estiagem e o abastecimento de programas de alimentação escolar. A seleção dos &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;" data-renderer-start-pos="1204"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">O extensionista da EMATER, Rafael Oliveira, explica o funcionamento do programa Irriga Minas na região de Manhuaçu. A iniciativa do governo estadual entrega kits de irrigação para agricultores familiares com foco na produção de hortaliças e frutas, visando o enfrentamento de períodos de estiagem e o abastecimento de programas de alimentação escolar.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-renderer-start-pos="1587"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">A seleção dos beneficiários ocorre por meio de critérios técnicos avaliados pela EMATER e conselhos municipais. Os equipamentos buscam otimizar o tempo de trabalho no campo e promover o uso sustentável da água em municípios como Manhuaçu, Simonésia, São João do Manhuaçu e cidades vizinhas.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-renderer-start-pos="1587"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Programa Manhã do Ouvinte com Luiz Nascimento.</span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Prefeitura propõe usina para substituir transbordo de lixo e reduzir custos</title>
		<link>https://www.tribunadoleste.com.br/2026/03/prefeitura-propoe-usina-para-substituir-transbordo-de-lixo-e-reduzir-custos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Flavia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Mar 2026 17:10:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidade]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[A prefeita de Manhuaçu informou que o lixão do município foi fechado e que, atualmente, os resíduos estão sendo enviados por meio de consórcio ao custo mensal de R$ 400 mil. O acordo tem duração de seis meses. Segundo ela, ao fim desse prazo, a despesa pode ultrapassar R$ 1 milhão por mês. “Nós já &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;" data-renderer-start-pos="156"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">A prefeita de Manhuaçu informou que o lixão do município foi fechado e que, atualmente, os resíduos estão sendo enviados por meio de consórcio ao custo mensal de R$ 400 mil. O acordo tem duração de seis meses. Segundo ela, ao fim desse prazo, a despesa pode ultrapassar R$ 1 milhão por mês.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-renderer-start-pos="448"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">“Nós já fechamos o lixão” e optamos pelo envio dos resíduos para outro município “até para evitar risco para a sociedade”, afirmou. A prefeita explicou que há um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado com o Ministério Público e que o município buscava uma solução definitiva para o problema.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-renderer-start-pos="748"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Como alternativa, a prefeitura encaminhou à Câmara um projeto de lei que autoriza o repasse da área do antigo lixão para uma empresa privada. A proposta prevê que a empresa faça a recuperação ambiental do local e instale uma usina de processamento de resíduos, sem custos para o município. “O município não está entrando com nada, nós não temos custo nenhum, é tudo por conta da empresa”, disse.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-renderer-start-pos="1145"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">De acordo com a prefeita, o projeto de recuperação da área degradada teria custo estimado em R$ 2,5 milhões apenas para elaboração. Pelo modelo proposto, a empresa utilizaria o espaço por 25 anos, assumindo a recuperação e a implantação da usina. Após a liberação das licenças ambientais, a previsão é de que a estrutura esteja em funcionamento em até quatro meses.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-renderer-start-pos="1512"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">A tramitação do projeto, no entanto, foi suspensa após pedido de vista de um vereador, o que deve atrasar o processo em pelo menos 15 dias. “Um atraso de 15 dias, para nós, hoje, conta milhões”, afirmou a prefeita. Ela destacou que, sem uma solução local, o município pode comprometer recursos destinados a áreas como saúde e educação para custear o transporte dos resíduos.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-renderer-start-pos="1888"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">A proposta também inclui a absorção de catadores que atuavam no antigo lixão. Segundo a prefeita, a empresa prevê a geração de mais de 50 empregos diretos, além do aproveitamento dos resíduos para produção de adubo, energia e gás.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-renderer-start-pos="2120"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">“Se a gente não conseguir fazer alguma coisa rápido, o município vai pagar mais de um milhão por mês para transportar nossos resíduos”, disse. Ela acrescentou que outras cidades demonstraram interesse no projeto e defendeu agilidade na decisão: “Eu quero o melhor para Manhuaçu”.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-renderer-start-pos="2401"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Lorena Correia &#8211; Tribuna do Leste</span></p>
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		<title>Comissões do Conselho de Desenvolvimento Rural definem pautas para início de trabalho</title>
		<link>https://www.tribunadoleste.com.br/2026/03/comissoes-do-conselho-de-desenvolvimento-rural-definem-pautas-para-inicio-de-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Flavia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Mar 2026 14:30:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[A segunda reunião do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural de Manhuaçu foi realizada na Câmara Municipal nesta segunda-feira, 2 de março. O encontro reuniu representantes de comunidades rurais e contou com reuniões de comissões para avaliar pautas e demandas que irão orientar o trabalho ao longo do ano. A presidente do Conselho, Agda Diniz, informou &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;" data-renderer-start-pos="163"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">A segunda reunião do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural de Manhuaçu foi realizada na Câmara Municipal nesta segunda-feira, 2 de março. O encontro reuniu representantes de comunidades rurais e contou com reuniões de comissões para avaliar pautas e demandas que irão orientar o trabalho ao longo do ano.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-renderer-start-pos="475"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">A presidente do Conselho, Agda Diniz, informou que a reunião teve como objetivo organizar as ações para 2026. “O Conselho reuniu nesta manhã com o intuito de trabalhar alguns temas, algumas pautas e também as reuniões das comissões para discutir as demandas das comunidades”, afirmou. Segundo ela, também foi feito o planejamento de propostas de interesse das associações rurais. “Elaboramos um projeto e um plano para desenvolver o trabalho durante o ano”, disse.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-renderer-start-pos="941"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Agda destacou a participação dos conselheiros e representantes das comunidades. “A reunião foi participativa, com representação de várias comunidades. Agradecemos a cada conselheiro que vem às reuniões para levar encaminhamentos às comunidades rurais”, declarou.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-renderer-start-pos="1205"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">A produtora Célia Fernandes, integrante da Comissão de Infraestrutura, detalhou as principais solicitações apresentadas. “As nossas reuniões são focadas nas estradas, no calçamento, na pavimentação das estradas de roça por causa dos ônibus escolares. As pontes precisam de reparos por causa da chuva e, com a chegada da colheita, precisamos organizar as estradas”, explicou. Ela também solicitou apoio do Legislativo. “Pedimos aos vereadores que possam nos auxiliar, porque é importante essa ajuda para atender as comunidades”, afirmou.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-renderer-start-pos="1743"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Durante a reunião, foi definido o valor da terra nua, utilizado como parâmetro para cálculo de impostos. O extensionista rural da Emater-MG, Cristiano Silva, explicou o procedimento. “Anualmente formamos uma comissão dentro do Conselho para a elaboração do valor da terra nua. Esse valor é referente a todas as terras do município, de acordo com a aptidão”, informou.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-renderer-start-pos="2112"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Segundo ele, são considerados diferentes tipos de áreas, como lavouras, pastagens, silvicultura e áreas de preservação. “O valor da terra nua é retirado de todas as benfeitorias e culturas. É somente a terra, sem considerar construções ou plantações”, disse.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-renderer-start-pos="2372"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">O valor definido pelo Conselho servirá de referência para o cálculo do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR) em 2026. “Esse preço define os impostos, principalmente o ITR”, afirmou Cristiano. O valor da terra nua foi fixado em R$ 31.360 por hectare.</span></p>
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		<title>Vigilância Ambiental detalha uso de drones e índices de infestação do Aedes em Manhuaçu</title>
		<link>https://www.tribunadoleste.com.br/2026/02/vigilancia-ambiental-detalha-uso-de-drones-e-indices-de-infestacao-do-aedes-em-manhuacu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Flavia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Feb 2026 14:06:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[Leonardo Motta de Salles, coordenador da Vigilância Ambiental, apresenta dados sobre a infestação do mosquito Aedes em Manhuaçu e o uso de drones para localização de focos em telhados e áreas de difícil acesso. O servidor detalha o funcionamento do levantamento Lira e a metodologia de trabalho dos agentes de endemias durante o período de &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-renderer-start-pos="1453">Leonardo Motta de Salles, coordenador da Vigilância Ambiental, apresenta dados sobre a infestação do mosquito Aedes em Manhuaçu e o uso de drones para localização de focos em telhados e áreas de difícil acesso. O servidor detalha o funcionamento do levantamento Lira e a metodologia de trabalho dos agentes de endemias durante o período de chuvas na região.</p>
<p data-renderer-start-pos="1812">O entrevistado relata a dificuldade de acesso das equipes a condomínios e prédios na área central e orienta sobre a identificação dos fiscais por meio de uniforme e crachá. A entrevista inclui informações sobre canais de denúncia e a necessidade de vistoria por parte da população para controle das arboviroses no município.</p>
<p data-renderer-start-pos="1812">
<p data-renderer-start-pos="1812">Programa Manhã do Ouvinte com Luiz Nascimento.</p>
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		<title>Arboviroses: prevenção e impactos da dengue, zika e chikungunya no Brasil</title>
		<link>https://www.tribunadoleste.com.br/2026/02/arboviroses-prevencao-e-impactos-da-dengue-zika-e-chikungunya-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Flavia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Feb 2026 13:06:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
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					<description><![CDATA[A bióloga Emilce Estanislau participa do programa Manhã do Ouvinte, com Luiz Nascimento, para discutir o cenário das arboviroses no Brasil. O tema central aborda a transmissão e os efeitos de doenças como dengue, zika e chikungunya na saúde da população. A entrevista detalha o histórico dessas enfermidades no país e a transição de surtos &#8230;]]></description>
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<p style="text-align: justify;" data-renderer-start-pos="1467"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">A bióloga Emilce Estanislau participa do programa Manhã do Ouvinte, com Luiz Nascimento, para discutir o cenário das arboviroses no Brasil. O tema central aborda a transmissão e os efeitos de doenças como dengue, zika e chikungunya na saúde da população. A entrevista detalha o histórico dessas enfermidades no país e a transição de surtos para o estado de endemia em diversas regiões.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-renderer-start-pos="1881"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Durante a conversa, a bióloga explica a diferença entre saneamento básico e saneamento ambiental, com foco na responsabilidade do cidadão no controle do mosquito transmissor. O conteúdo também apresenta informações sobre a vacina desenvolvida pelo Instituto Butantan e a necessidade de manutenção de hábitos de prevenção para evitar sequelas e complicações no organismo.</span></p>
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<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Programa Manhã do Ouvinte com Luiz Nascimento</span></p>
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