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	<title>Meio Ambiente &#8211; Tribuna do Leste</title>
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	<description>Há 50 anos levando informação para o Leste de Minas</description>
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	<title>Meio Ambiente &#8211; Tribuna do Leste</title>
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	<item>
		<title>Produção de leite e fabricação de queijos fazem parte da rotina de propriedade rural em Manhuaçu</title>
		<link>https://www.tribunadoleste.com.br/2026/06/producao-de-leite-e-fabricacao-de-queijos-fazem-parte-da-rotina-de-propriedade-rural-em-manhuacu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 10:00:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Regional]]></category>
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					<description><![CDATA[A produção de leite faz parte da rotina de algumas propriedades rurais de Manhuaçu. Mesmo com um número reduzido de produtores que mantêm essa atividade, o trabalho envolve diversas etapas, desde os cuidados com os animais até o aproveitamento do leite na fabricação de derivados, como os queijos. Na comunidade do Barreiro, uma propriedade mantém &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">A produção de leite faz parte da rotina de algumas propriedades rurais de Manhuaçu. Mesmo com um número reduzido de produtores que mantêm essa atividade, o trabalho envolve diversas etapas, desde os cuidados com os animais até o aproveitamento do leite na fabricação de derivados, como os queijos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Na comunidade do Barreiro, uma propriedade mantém a produção de leite e transforma parte do produto em queijos frescos e artesanais. O produtor Marciano Caldeira Rodes acompanha todas as etapas do processo, que começa com os cuidados diários com o rebanho e a ordenha.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">&#8220;Eu levanto às 5h da manhã, aí ponho o trato das vacas, monto a ordenha e vou fazer a ordenha. No momento, eu estou com 12 vacas na ordenha. Tem o procedimento de fazer a lavagem dos tetos, se estiver muito sujo. Se não estiver, é só o pré-dip para fazer a higienização, depois o papel toalha e a ordenha”, destaca o produtor.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Além da ordenha, o trabalho envolve a limpeza dos equipamentos, cuidados com o curral e a alimentação dos animais. Para o produtor, a atividade exige dedicação diária e um dos desafios é a falta de mão de obra para auxiliar na rotina.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Depois da preparação do leite, começa a fabricação dos queijos. Ana Rita dos Reis, esposa de Marciano, explica que a qualidade do produto está diretamente ligada aos cuidados realizados desde a produção do leite até o preparo final.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Na propriedade, são produzidos dois tipos de queijo: o Minas Frescal, que possui maior procura na cidade, e o Minas Artesanal, que é o principal foco da produção da família.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Com o trabalho realizado em conjunto, a família mantém a produção rural e busca levar ao consumidor um produto que passa por todas as etapas de cuidado, desde a propriedade até a mesa.</span></p>
<p><em><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Ana Flávia Domingos &#8211; Tribuna do Lestes</span></em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>População é convocada para ações de sustentabilidade na Semana do Meio Ambiente</title>
		<link>https://www.tribunadoleste.com.br/2026/06/populacao-e-convocada-para-acoes-de-sustentabilidade-na-semana-do-meio-ambiente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 13:36:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidade]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[A bióloga Emilce Estanislau participou de uma entrevista no programa Manhã do Ouvinte, na Rádio Manhuaçu FM 106,9 e no Tribuna do Leste, para discutir a relevância da Semana do Meio Ambiente. Durante a conversa, foi debatida a necessidade de ir além das comemorações pontuais, integrando práticas sustentáveis e a educação ambiental na rotina diária &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;" data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true" data-pm-slice="1 1 []"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">A bióloga Emilce Estanislau participou de uma entrevista no programa Manhã do Ouvinte, na Rádio Manhuaçu FM 106,9 e no Tribuna do Leste, para discutir a relevância da Semana do Meio Ambiente. Durante a conversa, foi debatida a necessidade de ir além das comemorações pontuais, integrando práticas sustentáveis e a educação ambiental na rotina diária dos cidadãos para garantir a preservação dos recursos naturais.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">O tema central da entrevista abordou a sustentabilidade, educação e cidadania, com foco em como as escolhas de consumo e o descarte correto de resíduos sólidos e eletrônicos impactam o ecossistema. A convidada destacou a responsabilidade do poder público na gestão dos resíduos e defendeu que a transformação e a conscientização coletiva, iniciadas desde a infância, são caminhos para a melhoria do ambiente urbano e natural.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true"><em><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Entrevista no Programa Manhã do Ouvinte com Luiz Nascimento.</span></em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Cristiano Silva da Emater detalha orientações e cuidados fundamentais para a colheita de café</title>
		<link>https://www.tribunadoleste.com.br/2026/06/cristiano-silva-da-emater-detalha-orientacoes-e-cuidados-fundamentais-para-a-colheita-de-cafe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 12:49:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Regional]]></category>
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					<description><![CDATA[A colheita de café no município de Manhuaçu e região é o tema central desta entrevista com Cristiano Silva, extensionista da Emater. Durante o programa, são apresentadas orientações práticas aos cafeicultores sobre a importância de realizar vistorias e amostragens antes de iniciar os trabalhos, além de alertar para a necessidade de manutenção preventiva em secadores &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;" data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true" data-pm-slice="1 1 []"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">A colheita de café no município de Manhuaçu e região é o tema central desta entrevista com Cristiano Silva, extensionista da Emater. Durante o programa, são apresentadas orientações práticas aos cafeicultores sobre a importância de realizar vistorias e amostragens antes de iniciar os trabalhos, além de alertar para a necessidade de manutenção preventiva em secadores e instalações e do preparo adequado dos terreiros.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">O entrevistado aborda os impactos do clima úmido na qualidade do grão colhido, desaconselhando a prática da arruação na região devido aos riscos de fermentação do café de chão. Cristiano Silva também reforça os cuidados no transporte diário das lavouras para os secadores e as melhorias na infraestrutura e logística rurais, como as condições das estradas e o uso de recursos que otimizam o trabalho rural.</span></p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true"><em><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Entrevista no Programa Manhã do Ouvinte com Luiz Nascimento</span></em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Parque Nacional do Caparaó celebra 65 anos com foco em ciência, cultura e turismo sustentável</title>
		<link>https://www.tribunadoleste.com.br/2026/05/parque-nacional-do-caparao-celebra-65-anos-com-foco-em-ciencia-cultura-e-turismo-sustentavel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Danilo Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 15:12:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidade]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[O Parque Nacional do Caparaó, um dos principais patrimônios ambientais localizados na divisa entre os estados de Minas Gerais e Espírito Santo, completa 65 anos de fundação. Para marcar a data, a gestão da unidade de conservação promove, nos dias 23 e 24 de maio, uma programação voltada à integração com as comunidades do entorno, &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Parque Nacional do Caparaó, um dos principais patrimônios ambientais localizados na divisa entre os estados de Minas Gerais e Espírito Santo, completa 65 anos de fundação. Para marcar a data, a gestão da unidade de conservação promove, nos dias 23 e 24 de maio, uma programação voltada à integração com as comunidades do entorno, fomento ao turismo ecológico, fomento à produção de cafés especiais e debates científicos.<br />
A unidade desempenha uma função que vai além da preservação da biodiversidade da Mata Atlântica.</p>
<p style="text-align: justify;">O parque atua como um motor econômico regional, atraindo visitantes para o montanhismo — com destaque para o Pico da Bandeira —, impulsionando o comércio de cafés especiais e sediando eventos esportivos. De acordo com a chefe do Parque Nacional do Caparaó, Adriana Carvalho, as atividades comemorativas foram planejadas para engajar a população local e os pesquisadores da região: &#8220;Nesse encontro, a gente vai promover a arte, a ciência, o lúdico, o cuidado da natureza de cada pessoa. E a gente espera que todos que estão no entorno do Parque Nacional do Caparaó, e que sabem da importância ambiental dessa unidade de conservação para o entorno, que estejam conosco.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">As ações serão divididas entre as duas portarias do parque. No sábado (23), as atividades ocorrem no lado capixaba, em Pedra Menina (Dores do Rio Preto/ES). No domingo (24), a programação se concentra na portaria mineira, em Alto Caparaó (MG). Durante os dois dias de evento, será realizada também uma Feira do Café.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Programação Oficial</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sábado, 23 de maio – Local: Pedra Menina/ES</p>
<p style="text-align: justify;">08h às 09h: Bom dia, Caparaó! &#8211; Café da manhã coletivo<br />
09h às 10h: Mesa de boas-vinda<br />
10h às 12h: Conversa Afiada &#8211; Ciência no Caparaó<br />
Além dos limites do Parque: como o entorno impacta o Parna Caparaó – Alessandro Brinati (Sec. Meio Ambiente de Dores do Rio Preto)<br />
O mesmo cão: Aliado da conservação ou ameaça à biodiversidade? – Daniel Ferraz (Dir. Pres. Rede Eco-Diversa para Conservação da Biodiversidade)<br />
12h às 13h30: Intervalo<br />
13h30 às 14h30: Espetáculo Teatral: Serra das Águas &#8211; Uma Ópera Caipira e Cabocla (Grupo Teatral Trupe Multiverso)<br />
14h30 às 16h30: Conversa Afiada &#8211; Ciência no Caparaó<br />
Aves do Parque Nacional do Caparaó – Carolina Ferreira (Departamento de Biologia/UFES/Alegre)<br />
Geodiversidade do Parque Nacional do Caparaó – Paulo Fortes (Geologia/UFES)<br />
Astroturismo: Conservação, Educação e Desenvolvimento Sustentável – Gustavo Pinheiro (IFRJ e Instituto Astroparques)<br />
16h30: Parabéns para o Parque Nacional do Caparaó com o Grupo de Fanfarra de Ibitirama/ES<br />
18h: Observação Noturna de Astros – Condução: Gustavo Pinheiro (Instituto Astroparques) (Vagas limitadas com inscrição prévia por e-mail até 20/05).</p>
<p style="text-align: justify;">Domingo, 24 de maio – Local: Alto Caparaó/MG</p>
<p style="text-align: justify;">07h30 às 08h30: “Pro dia nascer feliz” &#8211; Prática de Yoga – Condução: Prof. Orlando Trivizol e Mariângela Machado<br />
08h45 às 09h15: Bom dia, Caparaó! &#8211; Café da manhã coletivo<br />
09h15 às 10h15: Mesa de boas-vindas<br />
10h15 às 12h15: Conversa Afiada &#8211; Ciência no Caparaó<br />
Sapos do Caparaó: essa história ainda vai acabar em samba! – João Victor Lacerda (Pesquisador INMA)<br />
Uma declaração de amor dos Cafés Especiais: Sem você, Caparaó, eu não sou ninguém&#8230; – Juliana Hipólito (Pesquisadora INMA)<br />
Legislação atual aplicável ao fogo &#8211; queimas controladas e ações de prevenção e combate a incêndios florestais – João Paulo Morita (Coordenador do CEMIF/ICMBio)<br />
10h15 às 12h15: Oficina de Artesanato &#8211; Espantalho<br />
12h15 às 14h: Intervalo<br />
14h às 15h30: Finalização do Concurso de desenhos e redações das escolas de Alto Caparaó/MG<br />
14h às 15h30: Oficina de Artesanato &#8211; Boneca de bucha vegetal<br />
15h30: Parabéns para o Parque Nacional do Caparaó com a Orquestra Municipal de Irupi/ES</p>
<p style="text-align: justify;">Danilo Alves &#8211; Tribuna do Leste</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Safra de café deve ter bom rendimento em Manhuaçu e região, avalia Emater</title>
		<link>https://www.tribunadoleste.com.br/2026/05/safra-de-cafe-deve-ter-bom-rendimento-em-manhuacu-e-regiao-avalia-emater/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 14:00:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cidade]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Regional]]></category>
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					<description><![CDATA[A safra de café de 2026 deve apresentar bom rendimento em Manhuaçu e cidades da região, segundo avaliação da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais. A expectativa acompanha as projeções da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e do Governo de Minas Gerais, que apontam para uma das maiores safras &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;" data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true" data-pm-slice="1 1 []"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">A safra de café de 2026 deve apresentar bom rendimento em Manhuaçu e cidades da região, segundo avaliação da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais. A expectativa acompanha as projeções da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e do Governo de Minas Gerais, que apontam para uma das maiores safras da história do estado.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">De acordo com o extensionista da Emater, Cristiano Alberto, as condições climáticas registradas entre o início do ano e o mês de abril favoreceram o desenvolvimento das lavouras, após um período de incertezas durante as floradas no fim do ano passado. “Este ano está se consolidando como um ano de safra muito boa. Tivemos uma florada muito boa e, apesar de poucas chuvas entre outubro e dezembro, a partir de janeiro tivemos períodos de chuva e umidade no solo que favoreceram o crescimento das plantas”, explicou.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Segundo ele, além das condições climáticas, os investimentos feitos pelos produtores em manejo e tratos culturais também contribuíram para o desempenho das lavouras. “Os produtores investiram em cuidados com a lavoura, favorecidos também pelo preço do café. O que vingou de grãos lá atrás, quando havia incerteza sobre o pegamento, a maioria realmente se desenvolveu”, afirmou.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Com o início da colheita, a mecanização tem sido uma alternativa para reduzir custos e enfrentar a dificuldade de contratação de mão de obra. Cristiano Alberto destacou que equipamentos utilizados desde a colheita até a secagem têm diminuído a necessidade de trabalho manual. “Hoje existem derriçadores, guinchos, caminhões basculantes, motocultivadores, secadores rotativos e elevadores que ajudam em praticamente todo o processo. Depois da colheita, o produtor quase não precisa mais colocar a mão no café”, disse.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Na agricultura familiar, segundo o extensionista, também já existem equipamentos acessíveis que permitem mecanizar parte do processo produtivo. A região de Manhuaçu é reconhecida pela produção de cafés especiais, e a expectativa de uma safra maior aumenta a preocupação dos produtores com a manutenção da qualidade dos grãos durante a colheita e o pós-colheita.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Cristiano Alberto alertou que, em anos de alta produção, alguns produtores podem enfrentar dificuldades para manter o padrão de qualidade devido ao grande volume de café. “O excesso de café no terreiro ou deixar o café muito tempo na lavoura pode comprometer a qualidade. O ideal é colher e encaminhar rapidamente para secagem”, orientou.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Ele também destacou a importância da separação dos grãos e do planejamento da capacidade de colheita. “Os produtores de cafés especiais não utilizam máquinas diferentes. O diferencial está no cuidado durante todo o processo”, afirmou.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Segundo Cristiano, a região consolidou espaço no mercado de cafés especiais e deve manter resultados positivos nesta safra. “A região hoje é considerada uma das referências em cafés de qualidade no Brasil e no mundo. A expectativa é de que também tenhamos cafés de excelência nesta safra”, disse.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Sobre o desenvolvimento das lavouras, o extensionista afirmou que havia preocupação com o pegamento dos frutos durante o estágio de chumbinho, em razão das variações climáticas registradas no fim do ano passado. No entanto, o cenário atual indica bom desempenho da maioria das plantações. “Havia muita dúvida em relação ao pegamento, mas a grande maioria das lavouras se saiu muito bem. Tivemos um período positivo de expansão e granação dos frutos, com umidade, calor e nutrição adequados”, concluiu.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true"><em><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Danilo Alves &#8211; Tribuna do Leste</span></em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>AMARFLÔR é reconhecida como utilidade pública e amplia ações socioambientais em Manhuaçu</title>
		<link>https://www.tribunadoleste.com.br/2026/05/amarflor-e-reconhecida-como-utilidade-publica-e-amplia-acoes-socioambientais-em-manhuacu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Pedro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 15:15:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[A Associação do Córrego Boa Vista, AMARFLÔR, Associação de Mulheres Amigas Rurais Flores à Boa Vista, foi reconhecida como utilidade pública por meio de um Projeto de Lei em Manhuaçu. O reconhecimento valoriza as ações socioambientais desenvolvidas pela associação e permite também o recebimento de recursos de emendas parlamentares e outros apoios para fortalecer o &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;" data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true" data-pm-slice="1 1 []"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">A Associação do Córrego Boa Vista, AMARFLÔR, Associação de Mulheres Amigas Rurais Flores à Boa Vista, foi reconhecida como utilidade pública por meio de um Projeto de Lei em Manhuaçu. O reconhecimento valoriza as ações socioambientais desenvolvidas pela associação e permite também o recebimento de recursos de emendas parlamentares e outros apoios para fortalecer o trabalho que é feito na comunidade.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Segundo a vice-presidente, Maria Aparecida Salles, o trabalho da associação tem o objetivo socioambiental na comunidade, atuando para reduzir o problema relacionado ao descarte inadequado de resíduos, contaminando o curso d&#8217;água, nascentes e causando impacto visual.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Maria Aparecida conta que hoje, a associação segue com projetos de construção de lixeiras na comunidade e de ensinamento para os moradores de como descartar o lixo gerado, evitando descarte de resíduos orgânicos, que podem ser  utilizados para produção de adubo na zona rural. Além disso, a AMARFLÔR também tem o olhar voltado às nascentes, problema urgente, de acordo com a vice-presidente “A gente não pode deixar para pensar essas questões de manutenção de quantidade e qualidade de água depois que vier o problema.”</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">A proposta de reconhecimento da utilidade pública da Associação foi promovido pelo vereador Kelson Santos. Ele explica que a partir deste reconhecimento, os parlamentares podem destinar recursos para a entidade, facilitando um trabalho que é feito através de doação. A oficialização pode também permitir a participação da associação em editais. “Então para a gente isso é muito importante, não só por abrir a porta no nosso próprio local, mas como abrir porta em outros espaços que têm editais importantíssimos que a gente vai poder aproveitar.” afirmou Maria Aparecida.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true"><em><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Lorena Correia &#8211; Tribuna do Leste</span></em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>ONG de proteção animal em Manhuaçu realiza rifa solidária para manter resgates</title>
		<link>https://www.tribunadoleste.com.br/2026/03/ong-de-protecao-animal-em-manhuacu-realiza-rifa-solidaria-para-manter-resgates/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Flavia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 13:49:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[O Grupo de Proteção Animal Bicho Bacana, de Manhuaçu, está promovendo uma rifa solidária para arrecadar recursos destinados aos trabalhos de resgate e cuidados com animais abandonados. Cada bilhete custa R$ 20, e o prêmio é uma motocicleta elétrica, com sorteio marcado para o dia 11 de junho, transmitido pelas redes sociais da organização. De &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;" data-renderer-start-pos="168"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">O Grupo de Proteção Animal Bicho Bacana, de Manhuaçu, está promovendo uma rifa solidária para arrecadar recursos destinados aos trabalhos de resgate e cuidados com animais abandonados. Cada bilhete custa R$ 20, e o prêmio é uma motocicleta elétrica, com sorteio marcado para o dia 11 de junho, transmitido pelas redes sociais da organização.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-renderer-start-pos="511"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">De acordo com a voluntária Thelma Freitas, os interessados podem adquirir a rifa em pontos físicos, como no Shopping Rural e na loja Alfa Celulares, além de com protetores do grupo. Também é possível participar de forma online, por meio de PIX, com envio do comprovante para garantir o número da sorte.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-renderer-start-pos="815"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">A voluntária destaca que a iniciativa vai além de uma simples ação entre amigos. “Quando você compra uma rifa, está ajudando a salvar vidas”, reforça, ao destacar a importância da arrecadação para manter os atendimentos da ONG.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-renderer-start-pos="1044"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Outra integrante do grupo, Amanda Sattler, lembra que há diversas formas de contribuir com a causa animal, como doações de materiais, medicamentos e apoio na divulgação das ações. A ONG também convida a população a se tornar madrinha ou padrinho do projeto, fortalecendo o trabalho voluntário em defesa dos animais na cidade.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-renderer-start-pos="1371"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Lorena Correia &#8211; Tribuna do Leste</span></p>
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		<title>CBH Manhuaçu planeja expedição e ações de proteção na bacia do Rio Doce</title>
		<link>https://www.tribunadoleste.com.br/2026/03/cbh-manhuacu-planeja-expedicao-e-acoes-de-protecao-na-bacia-do-rio-doce/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Flavia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 12:24:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[A bióloga e colaboradora do Comitê de Bacia Hidrográfica Manhuaçu, Emilce Estanislau, apresenta o planejamento da expedição pelo território do Rio Doce. A pauta foca na coleta de dados e na mobilização de comunidades para a proteção da água na região. O diálogo trata do histórico do comitê, dos investimentos em saneamento e na recuperação &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;" data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true" data-pm-slice="1 1 []"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">A bióloga e colaboradora do Comitê de Bacia Hidrográfica Manhuaçu, Emilce Estanislau, apresenta o planejamento da expedição pelo território do Rio Doce. A pauta foca na coleta de dados e na mobilização de comunidades para a proteção da água na região.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">O diálogo trata do histórico do comitê, dos investimentos em saneamento e na recuperação de nascentes. Emilce cita as parcerias com instituições e órgãos de abastecimento para a execução das atividades e da educação para o meio ambiente.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Programa Manhã do Ouvinte</span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Programa Irriga Minas disponibiliza kits de irrigação para produtores da região de Manhuaçu</title>
		<link>https://www.tribunadoleste.com.br/2026/03/programa-irriga-minas-disponibiliza-kits-de-irrigacao-para-produtores-da-regiao-de-manhuacu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Flavia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 12:28:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[O extensionista da EMATER, Rafael Oliveira, explica o funcionamento do programa Irriga Minas na região de Manhuaçu. A iniciativa do governo estadual entrega kits de irrigação para agricultores familiares com foco na produção de hortaliças e frutas, visando o enfrentamento de períodos de estiagem e o abastecimento de programas de alimentação escolar. A seleção dos &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;" data-renderer-start-pos="1204"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">O extensionista da EMATER, Rafael Oliveira, explica o funcionamento do programa Irriga Minas na região de Manhuaçu. A iniciativa do governo estadual entrega kits de irrigação para agricultores familiares com foco na produção de hortaliças e frutas, visando o enfrentamento de períodos de estiagem e o abastecimento de programas de alimentação escolar.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-renderer-start-pos="1587"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">A seleção dos beneficiários ocorre por meio de critérios técnicos avaliados pela EMATER e conselhos municipais. Os equipamentos buscam otimizar o tempo de trabalho no campo e promover o uso sustentável da água em municípios como Manhuaçu, Simonésia, São João do Manhuaçu e cidades vizinhas.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-renderer-start-pos="1587"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Programa Manhã do Ouvinte com Luiz Nascimento.</span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
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		<title>Prefeitura propõe usina para substituir transbordo de lixo e reduzir custos</title>
		<link>https://www.tribunadoleste.com.br/2026/03/prefeitura-propoe-usina-para-substituir-transbordo-de-lixo-e-reduzir-custos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Flavia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Mar 2026 17:10:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidade]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[A prefeita de Manhuaçu informou que o lixão do município foi fechado e que, atualmente, os resíduos estão sendo enviados por meio de consórcio ao custo mensal de R$ 400 mil. O acordo tem duração de seis meses. Segundo ela, ao fim desse prazo, a despesa pode ultrapassar R$ 1 milhão por mês. “Nós já &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;" data-renderer-start-pos="156"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">A prefeita de Manhuaçu informou que o lixão do município foi fechado e que, atualmente, os resíduos estão sendo enviados por meio de consórcio ao custo mensal de R$ 400 mil. O acordo tem duração de seis meses. Segundo ela, ao fim desse prazo, a despesa pode ultrapassar R$ 1 milhão por mês.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-renderer-start-pos="448"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">“Nós já fechamos o lixão” e optamos pelo envio dos resíduos para outro município “até para evitar risco para a sociedade”, afirmou. A prefeita explicou que há um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado com o Ministério Público e que o município buscava uma solução definitiva para o problema.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-renderer-start-pos="748"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Como alternativa, a prefeitura encaminhou à Câmara um projeto de lei que autoriza o repasse da área do antigo lixão para uma empresa privada. A proposta prevê que a empresa faça a recuperação ambiental do local e instale uma usina de processamento de resíduos, sem custos para o município. “O município não está entrando com nada, nós não temos custo nenhum, é tudo por conta da empresa”, disse.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-renderer-start-pos="1145"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">De acordo com a prefeita, o projeto de recuperação da área degradada teria custo estimado em R$ 2,5 milhões apenas para elaboração. Pelo modelo proposto, a empresa utilizaria o espaço por 25 anos, assumindo a recuperação e a implantação da usina. Após a liberação das licenças ambientais, a previsão é de que a estrutura esteja em funcionamento em até quatro meses.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-renderer-start-pos="1512"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">A tramitação do projeto, no entanto, foi suspensa após pedido de vista de um vereador, o que deve atrasar o processo em pelo menos 15 dias. “Um atraso de 15 dias, para nós, hoje, conta milhões”, afirmou a prefeita. Ela destacou que, sem uma solução local, o município pode comprometer recursos destinados a áreas como saúde e educação para custear o transporte dos resíduos.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-renderer-start-pos="1888"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">A proposta também inclui a absorção de catadores que atuavam no antigo lixão. Segundo a prefeita, a empresa prevê a geração de mais de 50 empregos diretos, além do aproveitamento dos resíduos para produção de adubo, energia e gás.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-renderer-start-pos="2120"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">“Se a gente não conseguir fazer alguma coisa rápido, o município vai pagar mais de um milhão por mês para transportar nossos resíduos”, disse. Ela acrescentou que outras cidades demonstraram interesse no projeto e defendeu agilidade na decisão: “Eu quero o melhor para Manhuaçu”.</span></p>
<p style="text-align: justify;" data-renderer-start-pos="2401"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Lorena Correia &#8211; Tribuna do Leste</span></p>
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