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	<title>#saudemental &#8211; Tribuna do Leste</title>
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		<title>Evento discute vivências familiares e estratégias de cuidado no autismo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lorena Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 23:30:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Uma programação realizada entre ontem e hoje reuniu especialistas e famílias para discutir o tema “vivências familiares no contexto do autismo, desafios e estratégias de cuidado integral”. O encontro ocorreu no anfiteatro da Câmara Municipal e teve como objetivo ampliar o debate sobre o tratamento no espectro autista, com foco em inclusão e suporte prático. &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Uma programação realizada entre ontem e hoje reuniu especialistas e famílias para discutir o tema “vivências familiares no contexto do autismo, desafios e estratégias de cuidado integral”. O encontro ocorreu no anfiteatro da Câmara Municipal e teve como objetivo ampliar o debate sobre o tratamento no espectro autista, com foco em inclusão e suporte prático.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">A iniciativa abordou os obstáculos enfrentados no cotidiano das famílias e apresentou métodos voltados ao cuidado integral de pessoas com transtorno do espectro autista. A proposta incluiu a troca de experiências entre profissionais e familiares, destacando a relação entre teoria e prática.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Vice-presidente da Associação de Mães e Amigos dos Autistas de Manhuaçu, Neliane Medeiros afirmou que a informação é central nesse processo. “Tenho certeza que as pessoas que estão aqui irão sair daqui com conhecimento muito amplo acerca do autismo”, disse. Ela ressaltou a importância das experiências familiares no debate: “A prática é uma coisa e a teoria é outra coisa”. Segundo Medeiros, cada pessoa no espectro apresenta características próprias, o que exige abordagens individualizadas. Ela também destacou a necessidade de acesso universal ao conhecimento e ao atendimento, independentemente da condição social das famílias.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Durante o evento, relatos de mães trouxeram aspectos do dia a dia. Roselane Caldeira, mãe de um adolescente de 15 anos, descreveu os desafios enfrentados na rotina. “São várias barreiras que a gente encontra”, afirmou. Ela relatou que atividades simples exigem planejamento e que o cuidado recai, em grande parte, sobre as mães. Apesar das dificuldades, destacou a continuidade da busca por direitos e melhores condições de vida. “Agora é lutar pelos direitos para que eles possam ter uma qualidade de vida melhor”, disse.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">A atuação dos serviços públicos também foi apresentada. A coordenadora do CAPSI, Daiane Pereira, explicou o trabalho das equipes no atendimento a crianças e adolescentes, especialmente aqueles com maior nível de suporte. Segundo ela, o serviço oferece acompanhamento aos pacientes e às famílias, além de ações em parceria com as áreas de educação e assistência social. “A gente está trabalhando intensamente para poder oferecer um tratamento de qualidade”, afirmou.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">O evento reforçou a articulação entre famílias, profissionais e instituições como parte do processo de atendimento às pessoas com autismo, destacando a importância da informação, do suporte e da atuação conjunta.</p>
<p>Ana Flávia Domingos &#8211; Tribuna do Leste</span></p>
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