
O ex-prefeito de Bom Jesus do Galho foi condenado pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais por falsidade ideológica em um esquema de quitação irregular de tributos municipais.
Segundo o Ministério Público de Minas Gerais, em 2017, guias de impostos como IPTU e ITBI receberam registros manuais de quitação na Prefeitura, mesmo sem o pagamento dos valores e sem autenticação bancária. A investigação foi conduzida pelo Gaeco de Ipatinga.
As apurações apontaram que o esquema beneficiou agentes públicos e pessoas ligadas à administração municipal da época.
O ex-prefeito foi condenado a dois anos e 11 meses de reclusão, pena substituída por medidas restritivas de direitos, além de multa. A decisão também determinou a perda do cargo público como efeito da condenação. Outros envolvidos também foram condenados por falsidade ideológica.



